Confesso que sou imparcial quando o assunto é violência contra a mulher. Acho absurdo que alguns homens se achem no direito de agredir alguém levando em conta apenas seu gênero. Aliás, acho que ninguém deveria achar que pode (ou deve) agredir qualquer pessoa.
A violência doméstica contra a mulher é assunto sério em qualquer lugar do mundo. Na Inglaterra, a associação Women’s Aid lançou o comercial abaixo (as legendas não estão muito boas, mas já passam a idéia do filme), que tem como protagonista a atriz Keira Knightley (de Piratas do Caribe). A criação é da Grey de Londres e a direção é de Joe Wright (de Desejo e Reparação).
O filme foi censurado por conter cenas muito violentas. Para passar na televisão britância, as cenas finais deveriam ser cortadas. Mesmo assim, a Women’s Aid considerou seu saldo positivo, já que foi visualizado inúmeras vezes na internet e gerou debate sobre o tema.
O vídeo suscita algumas perguntas. Porque colocar alguém como a Keira Knightley? Porque imaginar que a violência doméstica ocorre apenas nas classes mais baixas e com pessoas sem escolaridade é comum. Por isso a importância de mostrar uma atriz sofrendo a agressão: mostra que estamos todos sujeitos a isso. Há necessidade de mostrar a violência de forma tão crua? Nesse ponto, eu reformularia a questão: se o VT não mostrasse a jovem apanhando, nós ficaríamos tão chocados? A mensagem seria memorizada da mesma forma? Ficaríamos tão revoltados com a agressão gratuita? Acho que as cenas finais dão o tom do filme: a situação não é bonita, nem leve, nem aceitável – são elas que passam a mensagem de forma eficaz.
As imagens são realmente muito fortes para determinado público (crianças, por exemplo) e para determinados horários. Entretanto, se a mensagem for suavizada, corre o risco de passar despercebida e de não cumprir sua função: alertar a população sobre a gravidade do assunto.
Hoje não é mais necessário que uma propaganda seja veiculada na televisão (ou em outros grandes meios de comunicação de massa) para que ela chegue até seu público. Mesmo com a censura (e até mesmo por causa dela), o filme chegou em diversas partes do mundo. A participação da atriz Keira Knightley também foi importantíssima para aumentar o número de referências ao comercial. Para ter idéia da repercussão, basta procurar no google.
Em 2007, a grife italiana Armani lançou o anúncio ao lado para promover a linha Armani Junior. E foi na Espanha que a discussão começou: o juiz da vara infantil da Comunidade de Madri, Arturo Canalda, pediu que a veiculação da peça fosse suspensa. O motivo? Canalda considerou que a peça incita a exploração sexual infantil. A 

Falar de religião atrai polêmica e discussão. Pior ainda se a religião em questão for associada à homofobia e violência. Foi exatamente isso que o anúncio da Associação de Policiais Gays fez.






Atualmente, a marca de lingerie é atendida pela
A foto ao lado foi tachada de racista nos Estados Unidos, por reproduzir o antigo sistema de ama de leite negra amamentando uma criança branca.





